quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Boas lembranças!

 

Um abraço especial para Walquíria, minha ex-aluna na Escola Estadual Monsenhor Celso Cicco (Ceará Mirim-RN), aliás uma ótima aluna.
Fico feliz em poder restabelecer contato com ela por meio deste blog.
Para você Walquíria te desejo tudo de bom. Que Deus lhe abençoe sempre.
 

Professor Fernando Siqueira
(fernandoacsiqueira@hotmail.com)

Compartilhando:





Esta semana, dia 24/02, participei de uma palestra sobre Educação de Jovens e Adultos: "Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização".
Muito boa na minha avaliação. O palestrante professor Afonso Scocuglia foi feliz em discorrer sobre aspectos tão reais do segmento. As reflexões foram pertinentes. Evasão, desafios, diversidade e um histórico geral da EJA no Brasil foram  o norte de sua fala.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Lembraando ao leitor


 

Horário de verão acaba no próximo domingo

Os relógios devem ser atrasados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Sabrina Craide, Agência Brasil,

Na madrugada do próximo domingo (16) termina o horário de verão, e os relógios devem ser atrasados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida começou a valer no dia 20 de outubro do ano passado.
O governo ainda não divulgou os impactos da medida para o país. A expectativa do Ministério de Minas e Energia era que a redução da demanda nos horários de pico, com a adoção do horário de verão no período 2013-2014, ficasse entre 4,5% e 5%, com redução de consumo geral do sistema de 0,5% em média.
No Distrito Federal, a redução da demanda máxima de energia no horário de pico (das 18h às 21h) foi 4%, representando demanda da ordem de 45 megawatts (MW). Segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB), a redução equivale a, aproximadamente, um alívio no carregamento do sistema correspondente à carga da cidade do Guará no horário de ponta.
No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol, e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidrelétricas. Também no fim do ano há um aumento na demanda por energia, resultante do calor e do crescimento da produção industrial por causa do Natal.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Tem que estudar mais, menino!

A nota média de matemática dos estudantes que se formaram no ensino médio em 2011 e prestaram o exame SAT (Scholastic Aptitude Test) foi de apenas 510 pontos, em um total de 800. O teste serve para avaliar a aptidão do aluno e direcioná-lo para a universidade mais adequada.


NÚMERO DE OURO

Ele está em todo lugar

O número de ouro é uma das teorias mais surpreendentes da matemática – e também a que mais está envolvida em mentiras. Ela fala de uma unidade irracional que estaria presente em vários elementos da natureza, da arquitetura e até do corpo humano.
Escravos? Que nada! Quem fez isso foi a matemática. 
Representado pelo símbolo grego Phi (f), o número 1,6180, que seria equivalente à razão diagonal/lado de um pentágono regular, é estudado desde a Antiguidade por matemáticos. Ele indicaria a harmonia, por isso estaria presente em obras de Leonardo da Vinci, construções como as Pirâmides do Egito e até no comprimento das falanges humanas. Mas isso também o levou a ser questionado por muitos outros teóricos recentes, que afirmam que a presença dele em obras de arte é pura especulação.

O poder do “4”

Essa aqui é mérito nacional e bastante conhecido de quem já gostava de matemática na infância. Escrito pelo brasileiro Júlio César de Melo e Sousa, sob o pseudônimo Malba Tahan, o livro “O Homem que Calculava” trazia, entre outras teorias, a dos “quatro quatros”.
Nem precisa de tudo isso: o 4 dá conta do recado. 
Segundo ela, é possível formar qualquer número inteiro de 0 a 100 utilizando quatro numerais 4 e sinais de operações matemáticas, como soma, divisão, exponenciação ou fatorial. Deseja obter um “3”? É só fazer a seguinte operação: (4+4+4)/4. Fãs de Tahan já afirmam conseguir obter qualquer número até a casa dos 100.000. Será que você consegue?

Aluno sai com cada uma...

 
Essa foi boa!

Pesquisando, encontrei.

Educador jovem domina procura por mestrado em matemática


 
O Profmat registrou, nas três edições realizadas, que as notas mais elevadas são dos professores com menos de dez anos de graduação e que o melhor desempenho é dos educadores na faixa etária de 23 a 27 anos (foto: cmc-usp.blogspot.com)Nas três primeiras edições, de 2011 a 2013, o programa Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat) registrou maior procura de professores jovens, com menos de dez anos de graduação, e de aprovados, de modo majoritário, das regiões Sudeste e Nordeste. A maioria do sexo masculino. Esses dados fazem parte do estudo Uma Análise Qualiquantitativa de Perfis de Candidatos do Profmat, agora divulgada no portal do programa.
O documento, de 198 páginas, foi elaborado a partir de dados fornecidos pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e de questionário digital desenvolvido e aplicado por pesquisadores. O Profmat é um programa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que oferece bolsas de estudo para mestrado a professores de matemática das redes públicas. Os cursos, semipresenciais, têm duração de 24 meses, em instituições de educação superior do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), em parceria com a SBM.
De 2011 a 2013, conforme o documento, o Profmat ofereceu 4.337 vagas em seleções anuais e registrou 75,1 mil professores interessados no mestrado. Fizeram as provas de seleção 40,6 mil educadores. Nas três edições, diz o estudo, as regiões Sudeste e Nordeste tiveram destaque quanto à procura de candidatos. Em 2011, o Nordeste registrou 33%; o Sudeste, 32%. Em 2012, o Nordeste teve 31%; o Sudeste, 32%. Em 2013, o Nordeste aparece com 34%; o Sudeste, 33%.
Perfil — Ao se deter sobre o perfil dos classificados, o estudo aponta em todos os anos que o maior contingente de professores tem formação em matemática — cerca de 90%. A segunda posição é de graduados em outras áreas, seguidos por físicos e engenheiros.
No que se refere ao tempo decorrido entre a graduação e a candidatura ao mestrado, a maior parte dos classificados tem de cinco a nove anos. Do mesmo modo, as notas mais elevadas estão entre os professores com menos de dez anos de graduação. Em todos os anos da série pesquisada, o estudo constata que o melhor desempenho é dos educadores na faixa etária de 23 a 27 anos, mas que o desempenho considerado excepcional, com notas maiores ou iguais a 80 pontos, é dos classificados na faixa de 28 a 32 anos de idade.
Com relação ao gênero, nas três edições do Profmat, a maioria dos candidatos é do sexo masculino, que também obteve as melhores notas. Em 2011, 2012 e 2013, as mulheres representaram cerca de 20% dos classificados.
Na parte final da análise, há a constatação de que o mestrado, embora oferecido em todas as regiões do país, ainda não chegou a localidades com grande carência de capacitação de professores de matemática, uma vez que os polos estão concentrados nas capitais. Na região Norte, são oito universidades e oito polos; no Nordeste, 18 instituições e 25 polos; no Centro-Oeste, seis universidades e 11 polos; no Sudeste, 18 instituições e 25 polos; no Sul, oito universidades e nove polos.
Autoestima — O programa, segundo o estudo, aponta um cenário marcado em todo o país por histórias de superação pessoal e profissional, de enfrentamento de dificuldades diversas e de elevação da autoestima de centenas de educadores. A análise é concluída com a sugestão de um estudo microssociológico sobre casos de professores que tiveram histórias positivamente afetadas pelo programa. “Professores que se apoiam na formação promovida pelo Profmat para reinventar sua prática docente, reavaliar seu papel social e para se recolocar como profissionais fundamentais que são”, ressalta a análise em suas considerações finais.
Para a edição de 2014, o Profmat recebeu 16.431 inscrições ao exame de acesso. A oferta é de 1,5 mil vagas. A seleção foi realizada no segundo semestre do ano passado.

Pensando e resolvendo

Matemática



Desafios Matemáticos
Desafios Matemáticos: Será que você consegue resolver?

Desafio do Aniversário

Em um grupo de 40 pessoas, qual a probabilidade de pelo menos duas fazerem aniversário no mesmo dia?

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Aula dinâmica e descontraída facilita ensino de matemática

Aulas mais atrativas, que procuram integrar atividades lúdicas com o conteúdo proposto pela disciplina, são as propostas do projeto Brincando de Matemática, idealizado pela professora Amanda Oliveira de Souza Araújo. Bem aceito pelos estudantes, o trabalho foi um dos vencedores da sétima edição do prêmio Professores do Brasil, na categoria Temas Livres, subcategoria Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

O método de ensino desperta a curiosidade dos estudantes por meio de jogos que estimulam a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Além disso, com atividades desenvolvidas em grupo, os alunos podem trocar ideias e compartilhar o conhecimento. A professora buscou inspiração ao constatar a falta de conhecimentos básicos de matemática e o desinteresse dos alunos nas aulas tradicionais. Alguns estudantes chegavam a apresentar reações de antipatia pela matéria e até de medo.

“O objetivo geral do projeto é dinamizar as aulas de matemática, de modo que os alunos participem ativamente e construam conhecimentos de forma lúdica e prazerosa”, explica Amanda, professora da Escola Estadual de Ensino Fundamental Alexandre de Gusmão, em Nova Brasilândia d’Oeste, Rondônia.

Na visão da professora, os jogos e as brincadeiras são importantes no desenvolvimento das atividades de matemática. Entre as razões, ela cita a possibilidade de se criar um ambiente alegre e descontraído, “essencial a uma proposta de aprendizagem significativa”, os estímulos à interação, o desenvolvimento de atitudes éticas e de respeito, de criar e seguir as regras dos jogos e de colaboração.

De acordo com Amanda, os estudantes devem se tornar agentes ativos no processo de aprendizagem e vivenciar a construção do conhecimento. Ela salienta que cabe ao professor, como orientador dos alunos, oferecer a oportunidade para que eles formem o hábito de pensar e criar as próprias estratégias, desenvolver o raciocínio, adquirir mais segurança e fazer redescobertas. As aulas devem ser práticas e interessantes para que o aluno possa se sentir motivado e desafiado a construir o conhecimento de maneira agradável. “As aulas precisam ter sabor, despertar a curiosidade e ter significado para o educando”, ressalta.

Recursos — Durante a execução do projeto foram usados recursos como ábaco, quebra-cabeça Tangram, bloco lógico, fita métrica, balança, computadores, jogos fabricados pelos alunos, palitos de picolé, embalagens de produtos e outros materiais reciclados. Esse material ajudou os estudantes a apreender conteúdo relativo a medidas de tempo, massa, comprimento e capacidade, área e perímetro, sólidos geométricos, adição, multiplicação e subtração e frações equivalentes, próprias e impróprias. “O projeto proporcionou notável desenvolvimento dos alunos na aprendizagem e também no interesse pelas aulas”, destaca a professora.

Graduada em pedagogia (séries iniciais), pós-graduada em psicopedagogia e com 15 anos de experiência em sala de aula, Amanda diz que o prêmio representa um marco em sua vida, pois permitiu que levasse a sala de aula para todo o Brasil. “Conquistei a confiança da comunidade escolar e a valorização da escola”, destaca.

Fátima Schenini